quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Minhas poucas certezas...

Não sei direito quem eu sou, mas sei que sou alguém.
Sei também do que gosto e mais ainda do que não gosto.
Gosto de ser alguém, mesmo não sabendo direito quem sou.
Gosto de existir... Sim, eu existo!
Existir vai além de apenas ser, é mais do que querer, mais que viver...
Viver para mim é escrever. Escrever para mim é tudo!
Tenho a plena consciência que tudo é muito, mas quem disse que gosto de pouco?

Não, eu sonho alto, grande; meus sonhos são enormes, imensos...
Às vezes de tão grande, chegam até ser inalcançáveis, mas se eu quero, eu alcanço.
Amo as palavras... Amo quase todas...
Já me fizeram chorar com palavras que nunca deveriam ser ditas, mas chorei somente naquela tarde. Recompus-me do choro e no outro dia subi no palco, dei meu show e enquanto eu sorria, uma platéia me aplaudia de lágrimas nos olhos. Isso para mim é luta, garra, perseverança. Desistir do que eu quero? Jamais, nunca! Também já deixei pessoas que eu amo chorando com palavras que o silêncio se encarregou de dizer, eu não sabia o que falar naquele dia, e quando não se sabe é melhor calar...
Felicidade para mim é deixar alguém feliz com a felicidade das palavras. As palavras saem da minha cabeça e se transformam em emoção com um simples toque de uma caneta em um papel. É... Minhas mãos são mágicas!
Com a força você pode até me impedir de fazer o que eu quero: sou fraco.
Com um grito você pode até fazer-me calar: sou medroso.
Mas jamais poderá parar as minhas mãos, conter minhas palavras e gritar com a minha inspiração, porque isso vem de Deus, e com Ele ninguém pode!
Se acha que pode, tente então impedir as minhas mãos, pois somente nesse dia eu deixarei de escrever, de existir, de ser, de viver...
Ado Reis

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